quinta-feira, 20 de abril de 2017

Dores na Coluna

A dor de coluna é o sintoma mais comum que limita o trabalho, sendo uma das causas mais frequentes de consultas e hospitalização. Está associada a fatores individuais, como ganho de peso, má postura, fraqueza muscular, falta de condicionamento físico e ocupacional, como sobrecarga excessiva gerada por levantamento de peso e pela permanência prolongada na posição sentada. Geralmente o quadro sintomatológico pode ter origem discal, ligamentar, muscular, articular (facetária) ou neural.
O tratamento não deve ser direcionado apenas para o sintoma e sim para e estrutura que apresenta a disfunção, seja ela muscular, discal, ligamentar, etc. Entenda um pouco sobre cada uma e onde sua dor se enquadra:
Dores de origem discal: A dor é aguda e se manifesta principalmente quando o corpo está submetido às posturas de sobrecarga. Piora na posição sentada, melhora ao deitar. Piora na flexão do tronco, melhora na extensão. Piora ao tossir ou espirrar;
Dores de origem ligamentar: Geralmente ocorrem com a manutenção prolongada de uma posição (sentado, em pé, deitado, etc.). Também se manifesta ao final da amplitude de movimento.
Dores de origem neural: Geralmente é uma dor do tipo projetada, irradiada. Muitas vezes vem acompanhada de formigamento, perda de força e sensibilidade. É possível descrever o trajeto da dor.
Dores de origem muscular: A dor aparece com a contração e estiramento do músculo em disfunção. O músculo torna-se mais sensível a palpação e aparentemente mais “rígido”.
Dores de origem articular (facetaria): A dor é localizada e precisa; centrada sobre a vértebra acometida, aumentando com o movimento do corpo. Geralmente é uma dor pontual, piorando ao mobilizar (deslizar ou comprimir) a articulação em disfunção.
Estas foram apenas algumas dicas sobre possíveis causas de dores na coluna, não substituindo uma avaliação e tratamento especializado. Uma boa opção para o tratamento das dores de coluna é a Osteopatia, pois esta visa reequilibrar as estruturas musculoesqueléticas, restaurando as funções.
O tratamento não deve ser direcionado apenas para o sintoma e sim para e estrutura que apresenta a disfunção, seja ela muscular, discal, ligamentar, etc. Entenda um pouco sobre cada uma e onde sua dor se enquadra:
Dores de origem discal: A dor é aguda e se manifesta principalmente quando o corpo está submetido às posturas de sobrecarga. Piora na posição sentada, melhora ao deitar. Piora na flexão do tronco, melhora na extensão. Piora ao tossir ou espirrar;
Dores de origem ligamentar: Geralmente ocorrem com a manutenção prolongada de uma posição (sentado, em pé, deitado, etc.). Também se manifesta ao final da amplitude de movimento.
Dores de origem neural: Geralmente é uma dor do tipo projetada, irradiada. Muitas vezes vem acompanhada de formigamento, perda de força e sensibilidade. É possível descrever o trajeto da dor.
Dores de origem muscular: A dor aparece com a contração e estiramento do músculo em disfunção. O músculo torna-se mais sensível a palpação e aparentemente mais “rígido”.
Dores de origem articular (facetaria): A dor é localizada e precisa; centrada sobre a vértebra acometida, aumentando com o movimento do corpo. Geralmente é uma dor pontual, piorando ao mobilizar (deslizar ou comprimir) a articulação em disfunção.
Estas foram apenas algumas dicas sobre possíveis causas de dores na coluna, não substituindo uma avaliação e tratamento especializado. Uma boa opção para o tratamento das dores de coluna é a Osteopatia, pois esta visa reequilibrar as estruturas musculoesqueléticas, restaurando as funções.
fisioterapeuta Leticia Barreto Fisio , Clinica Fisio Forma

quinta-feira, 6 de abril de 2017

Canelite, uma dor que atrapalha o desenvolvimento da corrida

Canelite, uma dor que atrapalha o desenvolvimento da corrida
com a Fisioterapeuta Leticia Barreto Fisio e Fisio Forma
É crescente o número de corredores com queixas de dores na região anterior da perna após treinos e corridas. Muitas vezes essas dores são banalizadas e não recebem a devida importância, mas atenção; você pode estar sofrendo com uma canelite, que, se não tratada pode virar uma fratura por estresse.
Diversas são as causas de dores na região anterior das pernas que podem acometer um praticante de corrida, entre elas podemos citar: A síndrome do estresse tibial ou, periostite medial da tíbia, popularmente conhecida como canelite.
A canelite é uma inflamação que acomete o osso da tíbia (canela), caracterizada por dor na região anterior da perna que inicia durante o exercício, agravando após o excesso e volume da atividade física, podendo evoluir para dor persistente mesmo após o fim da atividade física, podendo em muitos casos dificultar até o andar do atleta acometido pelas dores.
Inicialmente ocorre uma inflamação no periósteo (fina camada que recobre o osso) e estruturas adjacentes como músculos e tendões da perna, podendo evoluir para micro fissuras no osso e até promover uma fratura por estresse caso o atleta não pare de correr e procure um tratamento adequado de Fisioterapia.
Dentre os fatores de risco para o aparecimento da canelite, podemos citar:
▪ Aumento excessivo no volume e/ou intensidade de treinamento, como também treinamento sem orientação de um profissional de educação física.
▪ Pessoas iniciantes no esporte ou que mudaram de atividade recentemente.
▪ A fraqueza dos músculos dos membros inferiores, como também a falta de alongamento dos músculos da panturrilha.
▪ Pisos duros e compactados como concreto e asfalto devem ser evitados, dê preferência a grama ou pisos de terra, evite também terrenos acidentados. Concreto é seis vezes mais severo para os seus tecidos da tíbia do que o asfalto. O asfalto é três vezes mais severo do que a terra batida. A grama é ainda mais macia, e diminui significativamente o risco de inflação na região da tíbia.
▪ Pés hiperpronados e hipersupinados.
▪ Correr inclinando o tronco para frente.
▪ Mulheres na menopausa.
▪ Tênis inadequado para o seu tipo de pisada.
O tratamento de Fisioterapia poderá ser é feito através de:
▪ Correções posturais e correta indicação de tênis apropriado conforme o tipo de pisada.
▪ Modificação da atividade, evitando-se as corridas e os saltos por aproximadamente 10 dias. Durante esse período o condicionamento cardiorrespiratório deverá ser mantido através de exercícios na piscina com flutuador, como também no ciclo ergômetro.
▪ A Crioterapia (gelo) e eletroterapia poderão ser usados objetivando a analgesia, controle da inflamação e cicatrização do periósteo.
▪ Exercícios de alongamento para musculatura posterior da perna (Panturrilha).
▪ Com a regressão dos sintomas, devem-se iniciar de maneira progressiva, os exercícios de fortalecimento para toda musculatura que envolve a perna (tibiais, fibulares e tríceps sural).
▪ Assim que o atleta estiver assintomático, pode-se iniciar o trote/corrida sobre a grama, por aproximadamente 20 minutos, com uma progressão de 10 a 15% semanalmente. É importante ressaltar que o mesmo já deverá estar adaptado ao tênis, caso seja portador de algum problema estrutural.
Algumas medidas devem ser adotadas na prevenção da canelite, dentre elas podemos destacar:
▪ Uso do tênis correto. Adequado ao seu tipo de pé e com amortecimento também na parte anterior. O uso de uma palmilha personalizada pode ajudar.
▪ Aquecer. Informe ao seu corpo que ele será sobrecarregado.
▪ Não corra com dor nem em excesso. Respeite os sinais do corpo.
▪ Aumento gradual no volume ou intensidade do treinamento (não aumentar mais que 10% à 15% semanalmente). Não faça treino de velocidade prematuramente.
▪ Caso cometa um erro no treinamento e sinta dor na canela, coloque gelo e permaneça em repouso até cessar as dores.
▪ Atenção aos exercícios de fortalecimento; músculos mais fortes diminuem o impacto sobre ossos e articulações.
▪ Corra em superfícies adequadas.
Dica: Aos primeiros sinais de dores na região anterior da perna, procure um profissional para uma completa avaliação e o correto diagnóstico e tratamento, só assim você terá condições de realizar suas atividades esportivas sem maiores complicações. coam a Leticia Barreto Fisio
Leticia Barreto Fisio